Todos conhecemos a emblemática carreira de José Mourinho. Manuel José dá cartas no Egipto, onde já esteve Manuel Cajuda e Nelo Vingada. Henrique Calisto é campeão no Vietname. Fernando Santos obteve excelentes resultados na Grécia e é hoje um treinador com nome lá firmado. Carvalhal acompanhou-o e é a mais recente aposta do Aris. Peseiro, após brilhante campanha no Sporting, também fez maravilhas na Grécia e já é líder agora na Roménia com o Rapid. Couceiro pegou no desconhecido Kaunas da Lituânia e levou-o a bater o Rangers causando escândalo. Está a um passo de colocar a modesta equipa pela primeira vez na Liga dos Campeões.
Os exemplos são inúmeros.
Depois de uma época em que Portugal começou a ser visto como um exportador de talentos jovens no futebol, hoje assiste-se a uma época em que Portugal é um exportador de treinadores de qualidade. Que ameaçam fazer escola e conseguem resultados brilhantes com equipas e orçamentos modestos nos mais variados países da Europa. A que se deverá tão boa aceitação? Porque apostam os países estrangeiros nos novos treinadores Portugueses e estes são tão valorizados? Será por arrasto de Mourinho? Ou será que Portugal está realmente na vanguarda do pensamento táctico e técnico?
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